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24 de julho de 2010

Ótimo consolo do destino
Que hoje me deu você,
Você que não me ouve, 
Que não faz juízo às minhas palavras;

Você que me olha, que tenta me entender,
Que tenta fazer desse olhar venérea impressão
Ainda pobre, ingênua, crua, ocre.

Movimentos exatos, embora subjetivos, 
Tentamos a comunicação,
Tentamos fitar os olhos no que se pode vir além das impressões,
No que o incompreensível gesto, torna-se ânimo e fogo dentro do coração, que vê no diferente a possibilidade do tato e contato.
Nível mesquinho na natureza do que acarretam a ele.

Motivou-me, encantou-me, libertou-me da sagrada ignorância que separa dois mundos.

Sua presença quebrou um grande tabu,
áquele que diz que se se é perguntado algo, deve-se resposta, e como se cala, porque suas palavras os são incompreensíveis, são levados como simples brinquedos de gozação do destino.  
Tornou-se amigo, tornou-se irmão,

E não sou louca por ouvir palavras que nunca sairão da sua boca e sim de suas mãos.

Darte-ie um recado: Estou aqui, te entendo, te ouço, te vejo e és significantemente belo por ser do geito que és, detentor da possibilidade de não ouvir tantas coisas que não queria e assim, guardar o encanto da inocência, o qual em outras ocasiões talvez não o tivesse.

17 de julho de 2010

Um dia a gente aprende que...

...Amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte...

 William Shakespeare

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